Depoimentos

Alice Ripoll

Coreógrafa da “A Dobra Cia de Dança” e Terapeuta Corporal


Com a Técnica de Alexander cada nova posição passa a ser o meu território e não um lugar estranho.
O próprio caminhar passa a ser um lugar de descoberta e prazer.
Uma reconstrução de algo muito novo, porém antigo. Algo que parece já ter estado em mim, mas que a vida foi levando.
Há um reencontro com a surpresa.
Firmeza no contato com o chão.
O olhar é ver.
Um olhar para surpreender, não para reconhecer ou julgar.
É poder contar com o espaço; ele não está aí nem para me oprimir ou para que eu o segure, mas sim para me dar suporte.


O “caminho” é assim:
Sou deslocada para uma nova postura, um novo lugar no corpo e no espaço; tudo parece confuso e começa então o processo de "territorialização". Tamaia me ajuda a me perceber e me familiarizar com o novo.
O ar ganha uma nova textura, a atmosfera é delicadeza e coragem, o tempo também é outro. Que venham as mudanças! Assim vou me transformando, ampliando meus espaços e criando sempre novas possibilidades de estar no mundo.




Cassia Castro

Artista Plástica e Arte Terapeuta


Meu primeiro contato com a técnica de Alexander foi em 1989, quando uma paralisia facial me levou a procurar o professor Edmundo Dias. Contrariando os prognóstico nada animadores de neurologistas e clínicos, com as aulas semanais do professor Edmundo e a prática diária da Técnica de Alexander eu estava em três meses recuperada.


A partir daí a Técnica passou a fazer parte de minha vida, e após a alegria inicial pela recuperação dos movimentos faciais veio o prazer imenso de “ocupar” verdadeiramente meu corpo, de recuperar a leveza e liberdade de movimentos perdidos desde a infância, mas cuja memória pude resgatar através do trabalho sutil e constante da Técnica.


Após esses anos de aulas e prática da Técnica de Alexander com os professores Edmundo Dias e Joel Kendall, eu vejo a como um excelente veículo para obtermos nossa melhor saúde física e mental, e ainda como ferramenta para o aprimoramento pessoal e auto-conhecimento.


Atualmente tenho procurado integrar meu trabalho como artista plástica e arte terapeuta `a Técnica de Alexander, utilizando as imagens produzidas por meus alunos como mais um canal para ajudá-los a ampliar suas percepções sensoriais, e promover um melhor entendimento do trabalho da Técnica.




Chico Alencar

Deputado Federal


A técnica de Alexander, que tem no professor Edmundo Dias seu apóstolo aqui no Brasil, é simplesmente libertadora.


Primeiro, revela o quanto nos auto-oprimimos, nos encurtamos, nos encurvamos, nos esquecemos.


Depois, reerguidos, dá uma consciência de autonomia fundamental: já não aceitamos não ser o que somos, erectos (sem arrogância) e de bem com a vida.


Parodiando o xará sexagenário, meu corpo, que tanto maltrato, é testemunha do bem que ela me faz...




Clarissa Albrecht

Arquiteta e Urbanista


Conheci a técnica através de Rose van Lengen, amiga querida, que fez a formação com o Professor Edmundo Dias no Centro de Estudos da Técnica de Alexander. Aproveito este espaço para agradecer a Edmundo Dias por tudo, nesses cinco anos (!) de trabalho, e pelo convite para deixar aqui um pequeno depoimento.


Entendo a técnica como algo que ajuda a retomar uma posição criativa e curiosa em relação à vida e a si mesmo. A técnica me ajuda, por exemplo, a perceber melhor minha estrutura de pensamento e de defesa e a a começar a sair da repetição eterna dos mesmos padrões e até situações de vida, e experimentar outras coisas. Isso me serve para tudo: para o corpo físico, mental, emocional. E para dar um espacinho para outros corpos!


Eu tenho trabalhado a técnica sobretudo na minha forma de ser e de pensar sobre as coisas, e até nem tanto diretamente sobre o corpo e sobre o movimento. Mas o que sempre me surpreende é o efeito que as mudanças na organização do pensamento e das emoções tem sobre a própria forma do corpo. Não acho que seja uma relação de causa e efeito, acho que é um sistema bem mais complexo do que isso, mas pelo visto uma transformação em algum nível sempre afeta o sistema inteiro. E isso é maravilhoso.


Acho que a técnica poderia ser trabalhada nas escolas, para os jovens, sobretudo. Sei que isso é uma utopia nos dias de hoje, mas as coisas se movimentam Acho que as percepções de Alexander, somadas as experiência pessoais do professor e do aluno, podem ajudar muitas pessoas a aproveitarem mais suas vidas.




Claudio Dauelsberg

Pianista


Que sorte a minha ter conhecido o trabalho do professor Edmundo. Seu trabalho me ajudou muito no período de gravação dos Concertos de Bach com a Orquestra Camara de Moscou. É um trabalho extremamente conscientizador em relação a postura e me ajudou muito a descondicionar vários “maus hábitos” em relação a postura no dia a dia.


Seria muito proveitoso os músicos terem acesso a estas informações desde a fase inicial de seus estudos.




David Epsztejn

Engenheiro


A Técnica de Alexander, um método multidimensional, possui a rara virtude em identificar efeitos corporais e mentais que nos passam despercebidos, participar na identificação das causas e, como se isto não bastasse, ajuda a desenvolver práticas para que seja dada chance à manifestação da harmonia necessária para um melhor viver.


Que bom termos o privilégio em ter um mestre como Edmundo Dias que nos capacita a desfrutar deste conjunto.




Eliane Sampaio

Professora de canto e Fundadora da ABCanto


Tomei conhecimento da Técnica de Alexander durante a década de 80, e eu mesma fui fazer aulas com o Edmundo Dias para, através da minha própria vivência, poder tirar as minhas conclusões.


Senti o quanto a técnica pode ser uma grande parceira no ensino do canto, já que ele é a manifestação artística da voz, resultado de um instrumento biológico e emocional.


Seguindo esta linha de raciocínio podemos deduzir que qualquer desvio, desequilíbrio, falta de coordenação em uma, ou em várias partes desse bio-organismo redunde numa deficiência do resultado sonoro e artístico.


O trabalho da Técnica é dotar o instrumentista-cantor das melhores condições na sua estrutura física, que permita a liberalização do som vocal, para uma performance mais pura, mais intensa, e mais emocionante.




Felipe Abreu

Professor de canto


A parceria entre a Técnica Alexander e o estudo do canto já é uma realidade em várias partes do mundo. Através da prática da T.A., o cantor tem muito mais chances de lidar com o grande fantasma que é o medo do palco, o famoso “stage fright”, que causa um grande desequilíbrio no encadeamento de grupamentos musculares fundamentais para a boa produção vocal, e que faz com que grandes cantores tenham atuações medíocres - seja pela intimidação ou pela super-atuação. Tendo sido aluno do Edmundo durante um ano e meio, acho que o interesse dele pelo canto é um fator que o diferencia especialmente dos outros profissionais no Brasil, além, é claro, de ele ser o pioneiro da Técnica no Brasil.




Fernando Maciel de Moura

Cantor e professor de canto


“Como explicar a Técnica de Alexander sem enveredar por um papo-cabeça?”
Esta foi a pergunta da minha amiga Madalena.


No meu primeiro contato com a técnica desconfiei (incrédulo? confuso?) até ser manipulado na mesa pelo Edmundo, a mensagem física foi mais clara do que a conversa. É claro que algumas pessoas, além do conhecimento da técnica, têm um talento especial para este tipo de linguagem. Edmundo Dias por exemplo!


“É um método de correção postural?” É. Não é.


Eles dizem que não, esta negação faz parte do método. A auto observação paciente, a orientação do professor, seus comentários, verbais ou através do toque, e os exercício propostos devem conduzir o aluno a um melhor uso do seu corpo, melhor postura, movimentos mais livres e de melhor qualidade, melhor colocação no espaço e tranqüilidade emocional.


A TA sugere também uma atitude mental que pode ajudar no campo do pensamento e da emoção. Característico é o emprego da chamada “inibição”, a palavra pode se confundir com a da terminologia psicanalítica mas tem um outro significado. Edmundo às vezes a chama de “pausa”. Antes de executar uma ação paramos, e por um momento, praticamente nos negamos a executá-la, podendo assim eliminar hábitos arraigados e reflexos, tendo a oportunidade de agir de outra forma.


“No Alexander parece que a gente não está fazendo nada.


Observação da minha saudosa amiga Heloisa.
Há uma procura do estado de “folha em branco”.
Há ênfase na observação paciente, oposta à correção severa.
Mais um ideal de negação, não “corrigir”.
Ideal um pouco impossível de manter, mas que diz algo sobre a técnica.


Não vou descrever os princípios da Técnica, outros mais indicados já o fizeram. Estudo há 7 anos a técnica com o professor Edmundo Dias. A TA me ajuda no dia a dia e na minha vida profissional de músico e professor. Para cantores, instrumentistas e regentes tem efeito benéfico na movimentação, na respiração, no uso da ressonância e na tranqüilidade de ação. Como professor tento passar, quase subliminarmente estas idéias e sensações aos meus alunos.




Dr. Francisco Silveira, MD

Membro da New York Academy of Sciences


A Técnica de Alexander tem alcançado, em diversas partes do mundo, um grande desenvolvimento devido a sua ampla e profunda aplicação. Um tempo prolongado de experiência com a Técnica traz um aprimoramento no uso que o indivíduo faz de si mesmo, físico e mental, contribuindo para a redução do stress e de inúmeras doenças, para o melhoramento da produtividade e do bem estar integral do indivíduo.


É lamentável o pouco conhecimento que se tem no Brasil deste trabalho tão inovador. Considero de grande importância e mesmo de urgência, tendo em vista a crescente deteriorização da saúde, do ensino e das possibilidades individuais, um maior incentivo nesta área para a formação de novos profissionais.


Marcelo Carvalho, MD

Filósofo

 

O Centro de Estudos da Técnica de Alexander (CETA),
com o Prof. Edmundo Dias à sua frente
(pioneiro da técnica no Brasil, com a experiência de mais de 30 anos de prática),
parece ter individuado, com precisão, a abordagem mais eficaz da técnica,
que é a refinada cortesia e gentileza que dedicam aos freqüentadores.
O Centro funciona em um sobrado de sabor vitoriano,
numa rua tranqüila, onde Botafogo e Flamengo (de outros tempos) se abraçam.
Do rez-de-chausée circular parte uma antiga escada de madeira nobre,
onde posters da Afrodite botticelliana, do Davi de de Michelangelo
e do belo mistério de um ovo em pé,
prenunciam as peripécias posturais do andar acima.
Edmundo, em sua destacada calma, acolhe novatos com novidades estonteantes,
pois o cunho do lugar é marcadamente filosófico,
alí destroem-se convicções primárias do senso comum,
pondo abaixo certezas até então inabaláveis:
“Os 5 ou 6 kgs de peso da cabeça humana, são suficientes para esmagar a coluna vertebral”,
“A humanidade não foi criada para ficar sempre em pé, sua posição ancestral é de quatro”...
(e bem que me sentia esmagado sem saber por que).
Depois disto, tudo é novidade,
Descobri aos 50 anos que tinha que aprender a ficar ereto, com o peito bem aberto,
tinha que aprender, praticando muito, a me sentar e a caminhar.
Continuando a voltar ao velho sobrado,
com o sumiço das dores,
permaneceu a sensação de ter penetrado novos conhecimentos.

Além disto, se após a prática da técnica, optamos por uma boa massagem:
ayurvédica ou shyatsu (com o Zé) ou cinestésica  (com o Tiago),

ah!!! Daí é o regozijo total...


Marco Antonio Figueiredo

Médico, Psicoterapeuta e Artista Plástico


Conheci a Técnica de Alexander de verdade através de meu corpo. Nisto fui iniciado pelo Mestre - latu sensu - Edmundo Dias. Mais do que aulas , foram lições de como aprender e apreender. Bendita dor lombar que me levou até ele, recém chegado ao Brasil com a Técnica de Alexander que ele encarna - creio, em seu estilo próprio, como é próprio dos grandes mestres em qualquer oficio - literalmente nos braços.


Psicoterapeuta de ação, vejo hoje em dia a técnica como um instrumento auxiliar ao meu trabalho. Sobre o corpo (body and brain) recaem as tensões não digeridas ou mesmo criadas pela mente (mind) seus reflexos nos músculos, tendões, articulações e ossos e sobretudo vísceras, fecham um circuito retroalimentado (feed-back) que se traduzirão em adoecer constante, física e mentalmente.


A reflexão prática que a técnica propicia do corpo com a apreensão de suas limitações e a exploração de suas possibilidades de bom uso, quebra este círculo viciado, proporcionado saúde e uma melhor qualidade de vida. É um recurso que utilizo com freqüência como coadjuvante psicoterapêutico. Os insights alexandrinos são excelente recurso de percepção da memória psíquica corporal. Bem, aí me estendo na psicossomática, mas isto em outro lugar, é só um depoimento do muito que há a dizer, estudar e sobretudo agradecer.




Maria Augusta Rodrigues

Professora e artista plástica/carnavalesca


Misteriosa...! A Técnica deixa meu corpo livre, leve e solto... alegre... e... harmonizada... e, para mim, isso é TUDO DE BOM!




Mariana de Moraes

Cantora e Atriz


Edmundo é meu professor da Técnica de Alexander. Logo de início, ele revelou-se mais que um professor: um mestre no seu ofício e em outras sutilezas mais. Ele e sua Técnica me receberam de corpo inteiro: cabeça, tronco, membros, voz, pele, ar e alma. Levaram-me a uma compreensão de meu corpo e de minha voz, revelando à minha vida e ao meu trabalho uma leveza extraordinária, o êxtase que podemos chegar através da voz, do corpo.


Tudo isso, nem tanto por entrega minha, e, sim, por generosidade e conhecimentos seus. Ele sabe o que faz e o faz com amor e criatividade.


Hoje, é sabido, por quase todos os cantores, dos efeitos da Técnica de Alexander para quem exerce esse ofício. Efeitos, diria eu, indispensáveis.


A Técnica e Edmundo me ensinaram bem mais do que cantar melhor...


Eu sou apaixonada por seu trabalho e por meu amigo, que me trouxe para esse caminho alegre e criativo de se dar com o corpo na vida, com a cabeça no céu e os pés bem plantados na terra.


Muito obrigada, Edmundo.


Que os deuses lhe dêem em saúde, paz e alegria.




Mirna Rubin

Soprano Spinto
Professora Adjunta da UNIRIO
Doutora em Canto pela Universidade de Michigan (EUA)
Mestra pela UNIRIO e Rider University (Princeton, EUA)


Eu não tenho palavras para descrever o impacto que a Técnica de Alexander me causou, mas vou tentar. Primeiramente, eu sempre confesso em público que minha vida pode ser dividida em A.E e D.E., ou seja, Antes do Edmundo, e Depois do Edmundo. Se eu não tivesse conhecido a técnica em 1995, quando estava passando por uma transformação pessoal e profissional muito forte, talvez eu tivesse desistido de continuar minha carreira.


Sou cantora lírica profissional há muitos anos e eu comecei a me aprimorar tecnicamente com a professora Eliane Sampaio no mesmo ano em que conheci Edmundo. Este ano foi excepcional, pois eu estava mergulhando na minha cabeça, na minha voz e no meu corpo. Porém, esse trabalho trouxe à superfície muita lama que estava quieta no fundo da minha psiquê. Ótimo! Pois só assim eu pude me conhecer melhor e minha voz pôde se desenvolver e eu pude ter uma relação plena com todo meu ser.


O que a técnica me trouxe de mais profundo e peculiar foi a noção do deixar – ou não fazer, associada ao conceito de percepção sensorial enganosa e o conceito de inibição. A partir da constatação que uma sensação era enganosa, ou seja, eu podia jurar que estava fazendo algo com meu corpo, e na verdade eu estava fazendo o oposto, começamos a estabelecer critérios para fazer pequenos ajustes corporais e vocais, pois a voz obedecia ao mesmo tipo de comportamento. A sensação enganosa era observada e buscávamos inibir os hábitos antigos, que levavam a tal mau uso, e então Edmundo me ajudava a redirecionar tais usos.


Dois resultados magníficos foram obtidos desse trabalho. Primeiro, a compreensão do processo de aprendizagem baseado na inibição e redirecionamento constantes. Segundo, que no período de transição o corpo fica muito perdido, e o Edmundo me explicou que essa era uma natureza do corpo que precisava ser respeitada. Com o tempo, novos hábitos seriam adquiridos e novas direções tomadas, e um novo corpo, e uma nova voz despertariam. Na verdade, a técnica de Alexander não se presta a corrigir nada, mas sim, a resgatar nossos padrões primários que foram distorcidos e deturpados durante nosso crescimento como conseqüência do stress da vida moderna.


Eu sempre serei grata ao Edmundo por tudo que ele tem me proporcionado como professor, amigo, conselheiro, incentivador, cúmplice e pela pessoa iluminada que ele é.


Edmundo, eu te amo muito!!




Paulo Bosisio

Professor de Violino da Uni-Rio


Encontrei na Técnica de Alexander, que aprendo e pratico semanalmente com a professora Tamaia E.M., para mim e para meus alunos, algo que sempre procurava, alguma coisa que viesse antes, durante e depois do toque do violino, que é o uso adequado e natural do instrumento-corpo. Através da Técnica de Alexander, que você acaba incorporando 24 horas por dia, a fluência da técnica violinística, a elegância e eutonia que envolve os movimentos do corpo criam um bem estar geral propício a uma livre e emocionante execução, que se funde com uma forma diferente de ver e participar da vida.


Recomendo a todos.




M.Sc. Reynaldo Gomes Lopes

Fonoaudiólogo, Mestre em Educação - UERJ, Professor, Diretor Acadêmico de Graduação e Coordenador do curso de Fonoaudiologia da Faculdade Redentor na cidade de Itaperuna-RJ


Sou fonoaudiólogo e professor universitário e descobri ser a Técnica de Alexander um recurso de suma importância para quem estuda corpo, equilíbrio, movimento e postura. Na verdade ela contribui para qualquer pessoa que necessite conscientizar o seu corpo aliado a sua mente. Especificamente para o estudante de fonoaudiologia e profissionais fonoaudiólogos, a Técnica é mais um importante instrumento de trabalho com os nossos cientes com distúrbios da voz, ou para quem nos procura para aperfeiçoar os padrões de voz e fala simplesmente. As manipulação corporais da Técnica "despertam" o corpo para si mesmo. Aprendi, e aprendo mais a cada dia, muito com a conscientização que a técnica proporciona tanto nos aspectos profissionais quanto nos pessoais. Recomendo a todos os meus alunos e colegas fonoaudiólogos conhecer a Técnica, sua teoria e prática, e desenvolver maiores pesquisas científicas sobre a melhora da qualidade de vida da população em geral associada a este recurso. Parabéns ao Centro de Estudos da Técnica de Alexander e ao meu querido amigo e professor Edmundo, pela oportunidade de conhecer os princípios, meios e fins de tão relevante estudo.




Dr Silvio M. Voscaboinik

Mestre em endocrinologia pela UERJ, Especialista em endocrinologia pediátrica por proficiência SBEM - SBP


A minha experiência com a Técnica de Alexander é bastante peculiar. Pessoalmente minha visão do corpo humano era extremamente compartimentada. Durante a formação médica as especialidades que se relacionam com a reabilitação ou mesmo a cinesiologia estabelecem o trabalho de grupos musculares específicos, negligenciando o todo. Ao ter contato com a Técnica veio-me, a princípio, um grande sobressalto, visto que me obrigou a fazer uma revisão de conceitos previamente estabelecidos, já que os resultados pessoais e o acompanhamento de casos clínicos demonstraram um resultado de curto prazo e de grande eficácia.


Deve-se ressaltar também a mudança radical que ela promove, bem como um processo de conscientização corporal e mental que transforma todas as relações pessoais e interpessoais de modo significativo.


Pelo exposto acho fundamental a divulgação das bases desta técnica, bem como a formação de profissionais da área para que se consolidem as bases deste processo, visando com isto a harmonia psico-corporal individual e coletiva, promovendo constantemente uma revisão dos caminhos utilizados pela medicina até o momento.




Vera do Canto e Mello

Presidente da ABCanto


A Técnica de Alexander é um método simples e prático para melhorar a liberdade e a tranqüilidade de movimento, equilíbrio, apoio, flexibilidade e coordenação. Ela realça o desempenho sendo, por isso, um instrumento valioso para atores, cantores, dançarinos, e musicistas. A pratica da Técnica de Alexander refina e eleva a sensibilidade kinestética, oferecendo ao executor um controle fluido e vigoroso, sem rigidez. Eu recomendo a Técnica de Alexander a meus alunos, como uma complementação do estudo do canto.

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Agradecimentos: Carlos Denisieski, Cássia Castro, Clarissa Albrecht, Felipe Heráclito Lima, Marcelo Salles.

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